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domingo, 21 de dezembro de 2014

15 Coisas Que Você Deveria Desistir para Sempre!!!

Antes que 2015 chegue: 

15 Coisas Que Você Deveria Desistir para Sempre!!! 

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1. Sua necessidade de estar sempre certo 

2. Da sua necessidade de controle 

3. Da culpa 

4. Da conversa interior derrotista 

5. Das crenças limitantes 

6. De reclamar 

7. Da luxúria das críticas 

8. Da sua necessidade de impressionar os outros 

9. Da resistência à mudança 

10. Desista das etiquetas, pare de etiquetar coisas, 
pessoas ou eventos que você não entende 

11. Dos seus medos 

12. Das suas desculpas 

13. Do seu passado 

14. Do apego 

15. De viver sua vida através das expectativas de outras pessoas 

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(Luminita D. Saviuc)

sábado, 13 de setembro de 2014

Utilidade Publica - Ebola

Recebi as informações abaixo 
considero importante compartilhar, 
clique na imagem caso queira ampliar : 


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Medo e Depressão




Quando a alma se deixa levar por pensamentos negativos a mente transforma-se em um turbilhão de negatividade como dardos lançados em um alvo, assim a cada sentimento negativo a mente reflete o sofrimento.

O sofrimento da alma instala-se e constrói sua morada em cada um de nós, deixando que o medo vá tomando conta de todas as ações desencorajando a reação.

Lembremos que o medo é a falta da Fé, pois quando ele toca fundo em cada um de nós esquecemos que temos a proteção Divina e que esta proteção jamais nos falta, nós é que muitas vezes deixamos as orações ao Alto de lado, pensando não ter mais solução para as nossas dificuldades.

O desânimo instala-se em nossa vida e vamos pouco a pouco deixando de lado atividades comuns que antes fazíamos e que agora já nos custa muito fazer, começamos a ter medo de sair, medo de falar, medo de se relacionar e medo de reagir, desta forma vamos dando passagem para a depressão nos acometer, uma tristeza enorme invade nossos sentimentos e assim vamos cada vez mais deixando de lado o sorriso, a alegria e a vontade de viver.

Muitas vezes precisamos da ajuda médica terrena, mas não há remédio eficaz
se não houver da nossa parte um mínimo de reação contrária a esses fatores que tiram o equilíbrio da alma e nos enclausuram em nossa própria dor.

Para sair desta situação é preciso ver a beleza da vida, olhar para si mesmo todos os dias diante do espelho e dizer a si mesmo que somos capazes, que somos fortes e que vamos superar, pensamentos positivos fazem a diferença no momento da dificuldade, colocam-nos em contato com a espiritualidade amiga e nos levam ao discernimento de nossas ações.

Sejamos corajosos diante de uma situação de medo, sejamos confiantes na espiritualidade do bem que sempre está à disposição para nos ajudar e nos amparar.

Lembremos que não estamos sozinhos, existem amigos terrenos e amigos espirituais que torcem por nós e pela nossa vitória.

Quando o medo chegar, façamos uma prece esta é a nossa conexão com Deus e Ele jamais desampara um filho necessitado, rogamos ao alto a força e a coragem para continuarmos, desta forma estaremos promovendo em nós a reação e a superação, porque todos indistintamente têm esta força interior de reagir, basta que cada um de nós faça o que nos cabe fazer, REAGIR.


(Desconheço a autoria)

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Soneto (de Samuel Balbinot)

Delicado presente que recebi nesta data.
Obrigada, Samuel do Blog Lapidando Versos.


SONETO À SIMONE 


em 03/07/2014


Blogzoom
As estrelas contemplam a magia
Que fazes ao sorrir doce fadinha;
Tuas palavras vestem a alegria
Que emana do luar cada noitinha;

A tua luz nos toca todo dia...
Ilumina nossa alma ainda sozinha...
Na busca pela mais real melodia
Moldada pela límpida varinha;

Venha zelar os nossos lindos sonhos
Nas noites mais perfeitas minha bela
Fada a desfilar numa passarela;

Que possas alegrar seres tristonhos
Usando da magia do teu nome...
Usando teus sorrisos reais Simone.

*





domingo, 11 de maio de 2014

Disciplina - Fundamento da educação


Quando se fala em delinqüência, muitos pais sofrem só em pensar no que esse termo representa.  Alguns de nós pensamos e repensamos em como pode uma criança cordata, amável durante a infância, tornar-se um delinqüente na adolescência e juventude. Nós não nos damos conta, mas somos, enquanto educadores, os maiores responsáveis pela delinqüência que vige no mundo. 



O Departamento de Polícia de Houston, Texas, elaborou uma lista enumerando 9 MANEIRAS FÁCEIS DE COMO CRIAR UM DELINQÜENTE. A lista é a seguinte: 

1 - comece, na infância, a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que deseja. 

2 - quando ele disser palavrões, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante. 

3 - nunca lhe dê orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 21 anos, e "decida por si mesmo".

4 - apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.

5 - discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.

6 - dê-lhe todo o dinheiro que quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades por que você passou?

7 - satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. (Negar pode acarretar frustrações prejudiciais).

8 - tome o partido dele contra vizinhos e policiais. (Todos têm má vontade para com o seu filho).

9 - quando se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: "nunca consegui dominá-lo." 

Aja assim, e prepare-se para uma vida de desgosto. É o seu merecido destino.

Quando nos queixamos do desgosto por que nos fazem passar os filhos, normalmente esquecemos todos esses detalhes enumerados pela polícia de Houston. Enquanto ainda são crianças imaginamos que jamais venham a delinqüir. Em verdade é esse o nosso mais profundo desejo. No entanto, é bem possível que nos equivoquemos procurando acertar. Procurando fazer o melhor para os rebentos tão queridos aos nossos corações. 



Se temos a intenção de fazer de nossos filhos cidadãos responsáveis e dignos, comecemos a prestar mais atenção na forma de educação que lhes damos.


Ensinar-lhes a tolerar frustrações, estabelecer regras a serem respeitadas, limites a serem observados, é sempre de bom alvitre. Consideremos sempre que nossos filhos são Espíritos reencarnados, e como tal, trazem consigo a bagagem de erros e acertos conquistados ao longo das existências.


Consideremos ainda, que todos renascemos para galgar degraus na escala evolutiva, e sejamos os impulsionadores daqueles a quem Deus nos confiou a educação. Dessa forma, de nada teremos que nos arrepender mais tarde, quando tivermos que prestar contas às Leis divinas.

***

Você sabia que é na adolescência que o espírito retoma a bagagem de experiências acumuladas ao longo da sua caminhada evolutiva? 

É que na adolescência o corpo e o psiquismo já estão preparados para receber essas informações.

Não é outro o motivo pelo qual muitos pais desconhecem os filhos, que passam a ser outra pessoa, dizem, quando chegam à adolescência.

E você sabia que até aos 7 anos de idade a criança é mais suscetível aos ensinamentos?

Por isso devemos nos esmerar para dar-lhes uma educação efetiva, de forma que esta possa suplantar as informações equivocadas que por ventura traga o nosso filho, de existências anteriores.



*


"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta".  (Nelson Mandela)

Texto recebido pela internet

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A Melhor Idade




Qual será a melhor idade para o ser humano? 

É comum se denominar melhor idade a que está acima dos cinquenta e oito anos. Pessoas mais maduras costumam brincar, indagando: 

- Melhor idade para quê? 

Para morrer, para ficar doente, ficar sozinho, para cair? 

E por aí vão, desfiando o rosário do que acreditam acompanhe aqueles que se encontram beirando a casa dos sessenta anos para mais. 

Se perguntarmos, no entanto, às pessoas, qual consideram ser a melhor idade, as respostas variam ao infinito. 

Vejamos que, quando somos crianças, de um modo geral, ficamos ansiosos para crescer, ter mais anos somados à nossa idade porque isso significa maior independência. Afinal, os irmãos mais velhos têm liberdade para fazer uma série de coisas que nos são interditadas.Com dez anos, poderemos andar no banco da frente do carro. Com doze anos, teremos liberdade para assistir certos filmes. 

Quando estamos na adolescência, desejamos galgar os degraus da juventude com presteza. Afinal, a juventude é o momento glorioso para os desafios serem vencidos, um a um: a faculdade, as viagens internacionais, a possibilidade de um emprego. 

Em alguns momentos, ansiamos pela madureza porque olhamos aqueles que já concluíram os estudos universitários e estão triunfando em suas profissões.
Olhamos para os que têm certa estabilidade financeira e os invejamos. Os que já constituíram a família e desfrutam da alegria da maternidade e da paternidade. 

Ah, quando chegarmos lá! 

É bem natural, também, que, em certas fases mais duras da vida ou de muitas cobranças e deveres, olhemos para os anos passados e expressemos: Eu era feliz e não sabia. Que saudades da minha infância: sem maiores compromissos, sem ter tanta conta para pagar, sem ter que levantar tão cedo, todos os dias, para atender a agenda lotada. 

Ou nos recordamos da juventude e lamentamos o tempo passado. Como era boa a juventude.Saíamos para dançar à noite e, no dia seguinte, aguentávamos o trabalho, sem maiores problemas. Viajávamos nos finais de semana, para a praia, jogávamos futebol e, na segunda-feira, lá estávamos nós, no batente. 

Somos assim mesmo: ora olhando para a frente, vivendo a ansiedade dos dias futuros. Ora contemplando o passado, que nos parece mais feliz do que quando por ele transitamos. 

Então, qual será a melhor idade: a infância, a adolescência, a juventude, a madureza, a velhice? 

* * * 

Acreditemos: a melhor idade é sempre aquela que estamos vivendo, com sabedoria, desfrutando minuto a minuto, dia a dia. Cada fase tem seu encanto. 

A infância é o período dos folguedos, das brincadeiras despreocupadas, do amanhã risonho e pleno de fantasias. 

A adolescência é o período das descobertas, das paixões que explodem pela manhã e morrem com o entardecer. 

A juventude é o período das conquistas, as surpresas com o curso escolhido, o diploma conquistado arduamente, a carreira que se inicia, a constituição de um novo lar. 

Na madureza, a carreira exitosa, os filhos crescidos, novos horizontes que se abrem. 

E a velhice é a idade de gozar o aconchego dos netinhos, de realizar as viagens sonhadas em tantos dias, planejar ainda e sempre o amanhã. 

Portanto, a melhor idade é aquela em que nos encontramos por ser a única sobre a qual podemos agir. Por isso, vivamos intensamente o dia de hoje, com a nossa melhor idade. 

Redação do Momento Espírita

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Coisas que não se dizem às crianças



Toda vez que se discute o tema da educação da criança, logo nos vem à mente o papel dos pais, que são, sem nenhuma dúvida, os maiores interessados em que seus filhos se tornem pessoas dignas, de bom caráter e conduta ilibada. 

É preciso entender, contudo, que são também eles – os pais – os grandes responsáveis para que isso se dê. Afinal, a tarefa que lhes foi conferida não pode jamais ser negligenciada ou ignorada, visto que não se trata apenas de uma tarefa, mas de verdadeira missão. 

Atentemos para o que nos é ensinado na questão n.582 d´O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec: 

582. Pode-se considerar como missão a paternidade? 



“É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões. Muitos há, no entanto, que mais cuidam de aprumar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância, do que de formar o caráter de seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem.” 


Dias atrás chegou-nos à mão um texto interessante, intitulado 10 coisas que não devemos dizer para as crianças. Enviado por alguém ligado à Biblioteca Virtual da Antroposofia, de Florianópolis-SC, a única informação a respeito de sua autoria diz apenas que se trata de textos judaicos. Se isso for verdade, não existe neles influência das ideias cristãs e, obviamente, das ideias espíritas, fato que não lhes retira a importância e a atualidade, motivo pelo qual desejamos compartilhá-los com o leitor: 

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso pode fazer com que ele se torne realmente isso. 

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e os porquês são essenciais para o desenvolvimento da criança. 

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer. 

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma. 

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não a engane. 

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir. 

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável. 

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho. 

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e a mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo-lhe companhia até dormir. 

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis. 


Falando sobre a finalidade da infância, ensina o Espiritismo (O Livro dos Espíritos, questão 385) que é nessa fase da vida que se pode reformar o carácter e reprimir os maus pendores de uma criança. E é precisamente esse o dever que Deus impôs aos pais, missão sagrada de que terão de dar contas. 


Os conselhos que acima reproduzimos não esgotam o assunto, mas podem perfeitamente ajudar-nos nessa missão, cuja eficácia dependerá diretamente do esforço e da dedicação com que a realizarmos. 

Editorial-O Consolador

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